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Entre as muitas opções, há entradas quentes como os rolinhos de alheira com sweet chilli (6€) e o bao de camarão frito (8€). Tem sempre um menu do dia diferente e uma carta fixa de cozinha tradicional portuguesa com entradas como os cogumelos recheados com molho pesto (8,70€) ou o gaspacho caseiro (4,50€). Nas entradas prove as vieiras com cogumelos selvagens e sabayon trufado (19€) ou o tártaro de atum com lima, gengibre e molho de sésamo (16€). O espaço é luminoso e tem um pátio exterior perfeito para os dias de sol. É pequenino e acolhedor mas não lhe falta espaço para produzir e confeccionar massa fresca todos os dias. Com apenas 15 lugares ao balcão, serve um menu de 15 momentos onde brilha o que o mar dá.
Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. Nestas tascas, nunca faltam os pratos do dia (cabidela, cozido à portuguesa, mão de vaca, massada de peixe…), nem os doces da casa para acabar. Felizmente, ainda temos boas tascas em Lisboa que resistem – daquelas onde nos decoram o nome e os hábitos, onde as doses são sempre fartas e a comida sabe a casa. A acompanhar, o arroz de feijão e a salada sempre fresca e bem temperada.
Clássicos como a alheira com ovo, o bitoque e os choquinhos grelhados não falham, tal como a energia pulsante da casa. Pode ficar na fila, mas é coisa para demorar um bocado. Aqui, podemos não ter as míticas 1001 receitas de bacalhau, mas, entre entradas e pratos principais, conte com duas a três dezenas de propostas na ementa.
Casa dos Passarinhos
O projecto da empresária Kelly Choi afasta-se da comida rápida e homenageia as receitas artesanais da sua mãe, com molhos importados directamente da Coreia e vegetais locais. Aberto todos os dias, o seu objectivo é integrar-se na comunidade local através de boa comida e jantares longos. O menu combina pratos do Leste europeu — como o borscht ou o frango à Kiev — e sabores locais, ajudando aqueles que estão longe do país que chamam casa a matar saudades. Há desde coxinha de galinha e picanha fumada em pão de queijo a salada de polvo e chamuça. A proposta do chef Bruno Alves é criar pratos com influências que chegam de países asiáticos, africanos e americanos, ligados à história e cultura portuguesas. É assim que se apresenta o restaurante Luzzi, que fica no sexto andar do hotel Andaz Lisbon.
- Quando as novidades pareciam ir para um lado, Luís Gaspar virou para outro e abriu um restaurante de comida tradicional.
- O restaurante Piazza di Estoril, em tempos chamado, Al Fresco, mudou o nome e a decoração mas manteve o chef Mário Russo e os pratos mais populares.
- As opções são todas tentadoras – a começar pelo couvert sui generis, seguindo por pratos como a cenoura caramelizada com pasta de caju fermentado e tofu e frutos secos crocantes ou a fried lasanha, e terminando com o incrível brigadeirão de chocolate.
Informações para Contacto
Boletim prevê intensificação do El Niño no Brasil nos próximos meses Com novas entradas todos os anos, a lista de restaurantes em Lisboa com o reconhecimento do famoso guia vermelho não pára de crescer. Nestes restaurantes de Lisboa, ainda é possível comer até 10€. A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.
Com o tempo, porém, evoluíram – sobretudo na qualidade dos produtos – e voltaram a aparecer nas nossas mesas, e ainda bem. No Porto cabe um mundo, reflexo de uma cidade historicamente cosmopolita e cada vez mais receptiva. Peixe fresco do dia com arroz do Mondego, coentros e mexilhão ou frango “à Bairrada” com castanha, cogumelos e maçã verde são algumas das criações da jovem chef que poderá experimentar por aqui. Pratos memoráveis e carregados de sabor, com raízes portuguesas e influências do mundo. O ambiente é acolhedor, o serviço é simpático e os vinhos da carta casam bem com os pratos, dos dourados e sequinhos bolinhos de bacalhau ao melhor quindim de toda a vizinhança.
Vale a Pena a Visita?
É no restaurante do hotel The One Monumental Palace que o chef Julien Montbabut aplica o seu savoir-faire francês aos produtos portugueses. Pelas mãos habilidosas do chef Nuno Brás, a cozinha japonesa nunca soube tão tuga. Há também uma interessante secção de robatas no cardápio, os espetinhos japoneses, como carapau com chimichurri ou lula com molho kare.
A ementa inclui ainda opções como "ovos revueltos" e uma variedade de sopas e tortas, demonstrando uma versatilidade que agrada a diferentes paladares. A cozinha do Tribuna não se limita a executar receitas tradicionais; procura também inovar, como se reflete em algumas das suas entradas e acompanhamentos. Um dos pratos mais aclamados pelos clientes é a posta, descrita por vários como uma das melhores que https://tribunasportsbar.pt/ já provaram.
São muitos os restaurantes do mundo, da Itália ao Japão, mas o grande destaque, talvez, vá para a cozinha tradicional portuguesa – de tal forma que a grande novidade na zona é uma nova tasca antiga (a Vida de Tasca, de Leonor Godinho). Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos. Neste restaurante em Benfica – não é fácil dar com o restaurante, devido à localização recândita – encontra bom peixe grelhado no carvão, sempre fresco e com boas recomendações do dia, das lulas, à garoupa, ao cherne, dourada, por aí fora. Numa esquina tranquila de uma zona residencial de Benfica, em frente à Escola Superior de Comunicação Social, do outro lado da Segunda Circular, fica este inesperado restaurante que arrancou quatro estrelas ao crítico Alfredo Lacerda. Para sobremesa, a frescura dos mochis. Neste caso, é em Benfica que tudo acontece – e tudo é muita coisa, mesmo que possa não parecer.
A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade.
